terça-feira, 18 de dezembro de 2012

segundo texto.


16/dez/2012 por volta das 5 e meia da manhã, no sítio

“ E assim tudo vai se encaixando. Rapidamente. O tempo urge, as tarefas devem ser cumpridas. A força reside na fé. A cura no trabalho duro. Árduo. Na esperança de dias melhores para os que sofrem.

A luz tem que brilhar, limpa, intensa, explosiva. Com a força do vulcão que,  ao mesmo tempo que destrói, fertiliza. O tempo da cegueira e da inação já extinguiu. Acabou. A força de trabalho existe e está sempre presente. Unam-se as pessoas escolhidas, e com as bênçãos do Pai recolham-se ao trabalho. Que os covardes sejam afastados para que o fortes contribuam. Que os cegos enxerguem a luz, ou ficarão para sempre nas trevas. Que cada irmão faça a sua escolha, consciente da necessidade de assumir consequências. Físicas e espirituais. Que o mundo velho seja destruído, para que o mundo novo possa surgir das suas cinzas.

Que fale quem sabe falar, que escreva quem sabe escrever, que dance, cante, poetize (ou profetize?- falha minha...) mas trabalhe. Os que estão no trabalho árduo de Deus serão protegidos.

Não temam,irmãos, avancem! Todo o necessário será fornecido. Basta abrir o coração, a alma e a mente. Lembram dos lírios do campo? Assim é com todos. Tudo pertence ao Pai, e só a Ele retornará.

Aceitem as mudanças, são para o Bem Maior. A quebra do velho é sempre sofrida quando há apego e desamor.

Desprendam-se do inútil, do pesado. Desapeguem. A simplicidade e a pureza andam juntas. Purifiquem seus corações, seus pensamentos. Joguem fora todo o inútil. Usem bem, com sabedoria, o que o Pai tão generosamente oferece.

Não esmoreçam, dificuldades virão. Fazem parte da vida, e são o buril que lapida o diamante. Mas trabalhem. Unidos. Pelo amor. A vocês mesmos.

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