17 dez. 2012
A experiência tem
sido muito intensa. Forte. Mas maravilhosa.
Um borbotão de ideias, sons, pessoas que vem à mente em momentos os mais
diversos, normalmente de madrugada.
Tão abençoada sou que
no início dela [da experiência...] lá pelo dia 23/11, não só eu estava num dos
lugares que mais amo neste mundo, como também as pessoas que estavam comigo são
especialmente amadas.
Sou imensamente grata
ao plano espiritual por tanta proteção, tanto amparo.
Num desses momentos
que a gente recebe, enxerguei claramente que meu grande problema não é precisar
ter mais. É bem o contrário. Menos. Parece óbvio para muitos, mas não o
era para mim. Vi que eu tenho TUDO que preciso, e com certeza muito mais que
mereço.
Prova disso é que no
início de tudo até meu amado médico e amigo Celso apareceu para passar o fim de
semana conosco.
Tenho MESMO tudo que
preciso. Até a falta de ar que tenho sentido. Assim escrevo em vez de falar.
Outra prova? Meu pai
partiu, pois o tempo dele aqui acbou. Mas ele deixou substituto, e o escolheu
tão bem que é até colega de profissão.
Na verdade, ele
deixou dois, mas um sempre esteve comigo: meu irmão.
Os caminhos vão se
abrindo com tanta intensidade, o chamado é tão forte que parece um buraco
negro: envolve tudo que está próximo. Pessoas que nunca me viram (nesta
vida...) entram para a tropa sem pestanejar.
Não sei direito aonde
isso vai dar, mas não importa. Tudo é como deve ser. Mas o tempo urge, e não se
pode mais perdê-lo. O tempo de hesitar acabou. Não mais espera, não mais
pensar. Agir. Hoje. Agora. Já!
Meu grande problema
sempre foi a teimosia. Cabeçudice. E cegueira. Há 21 anos atrás precisei ser
internada num hospício e depois fazer tratamento de sonoterapia, pois achava
que era doida. E era. Mas por burrice. Já estava na época dessa crise de saia
branca. E pé no chão. E pito. E café. Mas a anta não se deu conta. Mas quando
caiu a ficha, fui estudar. Muito. Aprender. E agora até posso dispensar a saia
branca, mas gosto dela. Sinal de pureza. Respeito. E ontem, mais uma vez, vi a
luz. O caminho. Encontrei o pai que meu pai deixou, e o irmão que sempre esteve
comigo. Abençoados sejam.
Mais tarde irei lá
[no terreiro], se Deus quiser, prestar homenagem e agradecer.
E que Oxalá nos
abençoe e nos dê a paz.
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